Superliga Feminina de Vôlei começa com novidades e favoritos ao título
Edição 2026/27 reúne 12 equipes, promove mudanças no regulamento e tem Minas contra Brusque no duelo de abertura.
A temporada 2026/27 da Superliga Feminina tem início neste sábado (17), reunindo 12 equipes na busca pelo principal troféu do vôlei brasileiro. O confronto inaugural acontece em Belo Horizonte, no duelo entre Minas e Brusque, marcado para as 18h30min. O torneio contempla clubes representantes de Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal.
O formato da etapa inicial prevê turno único, no qual todos os participantes se encaram uma vez. Serão 66 partidas distribuídas em 11 rodadas, programadas para ocorrer até o dia 22 de dezembro. Para esta edição, o campeonato conta com os acessos de Brusque e Pinheiros, que substituem Tijuca e Renasce Sorocaba na elite nacional.
Mudanças nas regras e cenário esportivo
Dentro de quadra, o regulamento traz atualizações relevantes. O limite de substituições aumentou de seis para oito por set, enquanto os árbitros receberam orientações de maior rigor na marcação de conduções e toques irregulares. A competição também adota diretrizes baseadas nos critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) voltadas a atletas transexuais, exigindo comprovação de ausência do gene SRY. Por decisão da Justiça comum, Tifanny, jogadora de 41 anos do Osasco, obteve autorização para atuar normalmente.
A briga pelo título tem o Praia Clube defendendo a sua conquista mais recente. A equipe de Uberlândia conta com a volta da ponteira russa Sofya Kuznetsova e com a chegada da oposta Sabrina. Seus maiores adversários históricos mantêm elencos expressivos: o Minas, sob nova comissão técnica liderada por Leandro Vissotto e liderado em quadra pela experiente Thaisa; o Sesc RJ Flamengo, comandado por Bernardinho; e o Osasco, semifinalista na edição anterior.


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