Quinta-feira, 15 de outubro de 2026 Times Análises da rodada Tabela do Brasileirão →

Torcedor do Sport acusado de agredir PM segue detido após confronto no Rei Pelé

Defesa contesta prisão de homem detido seis dias após tumulto na partida contra o CRB.

Por Redação esportes.news 2 min de leitura
WhatsApp X Facebook
Torcedor do Sport acusado de agredir PM segue detido após confronto no Rei Pelé
Imagem: ge (Globo Esporte)

Um mês após os atos de violência registrados na partida entre CRB e Sport, o torcedor rubro-negro identificado apenas como Mateus permanece detido no Recife. Ele é acusado de agredir um policial militar durante o confronto entre torcidas ocorrido no Estádio Rei Pelé, em Maceió, no dia 15 de setembro.

O torcedor foi preso seis dias após o episódio de violência em território alagoano. De acordo com o advogado Ivison Tavares, a defesa já protocolou solicitações para que ele responda ao processo em liberdade, mas ainda aguarda a análise do Poder Judiciário sobre os pedidos apresentados.

Defesa contesta legalidade da prisão

A representação jurídica do torcedor argumenta que a detenção não possui sustentação jurídica adequada para ser mantida. Segundo a defesa de Mateus, as acusações imputadas a ele não justificariam o regime fechado, afirmando que “mesmo em uma condenação de pena máxima, sequer seria preso”.

O caso ganhou grande repercussão após a manifestação pública do comandante-geral da Polícia Militar de Alagoas, coronel Paulo Amorim. Antes da captura do acusado, o oficial utilizou as redes sociais para assegurar que as forças de segurança trabalhariam de maneira rigorosa na localização e detenção do suspeito.

Relembre o tumulto no estádio

A confusão teve início logo após o encerramento do jogo, que terminou com o placar de 2 a 1 favorável ao CRB. Integrantes da torcida do Sport invadiram a área de isolamento do estádio com o objetivo de confrontar os torcedores adversários, que se encontravam posicionados em outro setor da praça esportiva.

Os policiais militares destacados para o bloqueio foram alvo de socos e pontapés ao tentarem conter o avanço do grupo. Para controlar o tumulto, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) utilizou munições de borracha e bombas de efeito moral. Diversas pessoas foram levadas à Central de Flagrantes de Maceió na ocasião, liberadas após a elaboração de termos circunstanciados.

Leia também