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Oposição do São Paulo registra chapa para eleição presidencial do clube

Grupo liderado por Marcelo Portugal Gouvêa se antecipa à situação e protocola candidatura para o triênio 2027-2029.

Por Redação esportes.news 2 min de leitura
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Oposição do São Paulo registra chapa para eleição presidencial do clube
Imagem: Gazeta Esportiva

O processo eleitoral do São Paulo deu um passo importante com a formalização da primeira candidatura para o comando do clube. A ala oposicionista registrou oficialmente sua chapa na última terça-feira, apresentando Marcelo Portugal Gouvêa como concorrente à presidência para o mandato correspondente ao triênio de 2027 a 2029.

Ao se adiantar nos trâmites burocráticos, o bloco opositor garantiu a identificação como Chapa 1, número tradicionalmente ligado à base governista. A legislação interna da agremiação estabelece a exigência de 55 assinaturas para validar o registro de uma chapa. O grupo reuniu 81 assinaturas para assegurar a inscrição de Gouvêa.

Alianças e composição do Conselho

A composição política conta com a união dos grupos Força São Paulo, Salve o Tricolor Paulista e Novo São Paulo. Além da cabeça de chapa, a estrutura conta com Eduardo Alfano Vieira como postulante à vice-presidência e Fábio Mariz de Oliveira indicado para comandar o Conselho Deliberativo. O grupo também apresentou 107 postulantes para as vagas de conselheiros que serão votadas no fim de novembro, quando serão escolhidos 100 novos nomes para o órgão.

Indefinição na situação política

Enquanto a oposição já oficializou suas candidaturas, a situação ainda enfrenta debates internos e não oficializou seus representantes para o pleito marcado para a primeira quinzena de dezembro. O presidente Harry Massis, que tinha intenção de tentar a reeleição, acabou perdendo força entre os aliados e não conseguiu o suporte necessário nos bastidores.

Outros nomes foram considerados para a corrida presidencial pela situação. Figuras como Themistocles Almeida e Fernando Chapecó recusaram investidas, enquanto Adilson Alves Martins abriu mão de uma eventual candidatura por motivos pessoais e profissionais, mantendo a chance de disputar a vice-presidência. Atualmente, a base governista divide atenções entre Vinicius Medeiros e José Edgard Galvão, com ligeira preferência pelo primeiro.

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