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Marcelo Fernandes processa o Botafogo-PB e cobra quase R$ 400 mil

Técnico demitido em setembro acionou o Tribunal Regional do Trabalho após não chegar a acordo amigável com a diretoria.

Por Redação esportes.news 2 min de leitura
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Marcelo Fernandes processa o Botafogo-PB e cobra quase R$ 400 mil
Imagem: ge (Globo Esporte)

Demitido no fim de setembro, o técnico Marcelo Fernandes recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região para cobrar dívidas do Botafogo-PB. O processo trabalhista ajuizado nesta quinta-feira cobra o pagamento de R$ 377.825,03 referentes a pendências contratuais após sua saída antecipada do comando da equipe paraibana.

O montante exigido na ação contempla o saldo salarial de 26 dias trabalhados em setembro, a multa rescisória pelo término adiantado do vínculo, além de parcelas de 13º salário, férias proporcionais e depósitos de FGTS que não foram efetuados ao longo do período em que esteve contratado sob as regras da CLT.

Tentativa de acordo frustrada e novos processos

O treinador tentou negociar amigavelmente com a direção da SAF antes de recorrer à Justiça, mas recusou a oferta apresentada. Em participação recente no Estagiários Podcast, o profissional comentou a frustração com o desfecho: "Eu acreditei na seriedade dele. Acreditei que ele fosse sério para honrar o acertado". Segundo Fernandes, a proposta de parcelamento oferecida pelo clube ficou bem abaixo da quantia que ele havia concordado em reduzir.

A quantia em litígio ainda tende a crescer. A defesa de Fernandes planeja acionar o clube em uma nova ação para tratar especificamente dos valores não repassados relativos a direitos de imagem. O auxiliar técnico Marcelo Copertino, que atuou na mesma comissão durante quase cinco meses, também abriu processo no TRT-PB cobrando R$ 98.510,04 da agremiação.

Com essa nova demanda, Fernandes passa a integrar a relação de profissionais que buscaram amparo judicial contra o Alvinegro recentemente. Outros nomes que passaram pelo clube, como os técnicos Evaristo Piza e Lisca, e os atletas Romarinho, Gabriel Tota e Felipe Azevedo, igualmente reivindicam quantias em atraso.

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