Inter de Milão tem retorno de Luis Henrique contra o Bologna no Italiano
Técnico Cristian Chivu lida com ausências importantes e promove mudanças entre os titulares para a rodada no Estádio Renato Dall'Ara.
A Inter de Milão entra em campo contra o Bologna pelo Campeonato Italiano com a missão de reencontrar o caminho das vitórias e reorganizar suas peças. Após o revés recente para o Club Brugge no cenário europeu, o técnico Cristian Chivu precisará recorrer a atletas que vinham recebendo menos espaço, impulsionado por lesões e pelo desgaste físico acumulado no elenco.
A principal novidade na formação inicial é a presença do ala brasileiro Luis Henrique pelo corredor direito. O jogador não atuava como titular desde o confronto diante do Cagliari, em 30 de agosto, acumulando pouca minutagem nas semanas seguintes diante da concorrência interna. Agora, ele ganha uma oportunidade de atuar desde o primeiro minuto no Estádio Renato Dall'Ara.
Problemas no departamento médico e rotação
O setor defensivo traz preocupações extras para a comissão técnica milanesa. O francês Benjamin Pavard sofreu uma lesão muscular na coxa direita e permanecerá afastado dos gramados por cerca de vinte dias. Sem ele, a zaga deve ser composta pelo trio formado por Yann Bisseck, Manuel Akanji e Alessandro Bastoni, mantendo o goleiro Josep Martínez na meta.
Além do defensor, o time lida com o desfalque do capitão Lautaro Martínez, que se recupera de problemas físicos. Com o ataque desfalcado da sua principal referência, a equipe busca alternativas no elenco, ao mesmo tempo em que preserva peças do meio-campo para evitar novos desgastes.
Do outro lado, a equipe mandante comandada por Raffaele Palladino projeta um duelo de alta exigência diante de seus torcedores. Com o estádio cheio, o treinador adversário frisou a necessidade de manter a concentração diante do volume ofensivo característico do elenco milanês para tentar surpreender os visitantes.
Ciente da pressão por um bom resultado para manter a regularidade na Série A, Chivu destacou a necessidade de atitude imediata dos seus comandados: "Temos que reagir e não ter pena de nós mesmos". A postura coletiva é vista internamente como indispensável para estancar as dúvidas e dar respostas consistentes dentro de campo.



