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Bruno Henrique mira marca de Riquelme em participações na Libertadores

Atacante do Flamengo soma 47 participações diretas em gols e pode alcançar o topo do ranking do século XXI.

Por Redação esportes.news 2 min de leitura
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Bruno Henrique mira marca de Riquelme em participações na Libertadores
Imagem: ge (Globo Esporte)

Peça fundamental no ataque do Flamengo, Bruno Henrique entra em campo contra o Estudiantes, na Argentina, com uma marca expressiva em vista. Titular frequente da equipe comandada por Leonardo Jardim na Copa Libertadores de 2026, o camisa 27 está a poucos passos de superar o ex-meia argentino Juan Román Riquelme no total de participações em gols no torneio continental.

Na atual edição da Libertadores, o atacante esteve envolvido diretamente em sete dos 20 tentos anotados pelo Rubro-Negro, com cinco bolas na rede e duas assistências em dez partidas. Ao longo de sua trajetória na competição sul-americana, Bruno Henrique acumula 28 gols e 19 passes decisivos, totalizando 47 participações em tentos da equipe.

Perseguição a ídolos continentais

Com esses números, o jogador rubro-negro persegue Riquelme, atual líder de participações em gols na Libertadores no século XXI. O ídolo do Boca Juniors encerrou sua trajetória no torneio com 51 interferências diretas, divididas entre 25 tentos marcados e 26 assistências. O topo geral da história da competição pertence ao equatoriano Alberto Spencer, que somou 55 participações, com 54 gols e uma assistência nas décadas passadas.

Outro destaque do elenco flamenguista na lista histórica é Arrascaeta, com 43 participações, sendo 20 gols e 23 assistências. O uruguaio, contudo, é desfalque nas semifinais em razão de uma fratura no punho esquerdo sofrida durante compromisso pela sua seleção nacional.

Estratégia e minutagem

Bruno Henrique iniciou entre os titulares em nove dos dez confrontos do Flamengo nesta Libertadores. A única exceção ocorreu contra o Cruzeiro, na volta das oitavas de final no Maracanã, quando foi preservado por conta de uma pancada sofrida no duelo de ida e deu lugar a Pedro.

O técnico Leonardo Jardim detalhou anteriormente os motivos táticos para a utilização do camisa 27 entre os onze iniciais. Segundo o comandante, "normalmente como Libertadores é pegada, Bruno Henrique tem mais pegada", justificando a escolha por suas características de combate físico e transição rápida.

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